Recomendações de Bibliografias do Fórum.
Workaholic e Trabalho na Atualidade
- Bauman, Z. (2001). Modernidade Líquida. São Paulo: Zahar.
- Nardi, H. (2006).Ética, Trabalho e Subjetividade. Porto Alegre: UFRGS.
- Sennet, R. (1999). A corrosão do caráter: as conseqüências pessoais do trabalho no novo capitalismo. São Paulo: Record.
- Singer, P. (2008). Globalização e desemprego: diagnóstico e alternativas. Petrópolis: Vozes.
Motivação
- Lévy Leboyer, C. (2004). A crise das motivações. São Paulo: Atlas.
Subjetividade nas Organizações
- Alvesson, M., & Willmot, H. (2002). Identity regulation as organizational control: producing the appropiate individual. Journal of Management Studies, 39(5), 619 -644.
- Aubert, N., & Gaulejac, V. (1993). El coste de la excelencia. Buenos Aires: Paidós.
- Bauman, Z. (2000). Trabajo, consumismo y nuevos pobres. Barcelona: Gedisa.
- Beck, U. (2000). Un nuevo Mundo Feliz Barcelona: Paidos.
- Blanch, J. M., & Cols. (2003). Teoría de las relaciones laborales. Desafíos. Barcelona: UOC.
- Dejours, C. (2006). La banalización de la injusticia social. Buenos Aires: Topía.
- Díaz, X., Godoy, L., & Stecher, A. (2005). Significados del trabajo, identidad y ciudadanía: La experiencia de hombres y mujeres en un mercado laboral flexible, Serie Cuadernos de Investigación. Santiago: Ediciones.
- González, P., Peiró, J. M., & Bravo, M. J. (1996). Calidad de vida laboral. In Peiró, J. M., Bravo, M. J. Tratado de psicología del trabajo (Vol. 1, pp. 161 - 186). Madrid: Síntesis.
- Hammer, L., & Sanchez, D. (2006). Quality of Work Life. In S. Rogelberg (Ed.), Encyclopedia of Industrial and Organizational Psychology. London: Sage Publications.
- Leidner, R. (1999). Emotional Labor in Service Work. Annals, AAPSS, 561 (81:95).
- Martínez, P. H. (2007). Produciendo trabajadores modernos: conocimiento psicológico y el mundo del trabajo en el sur. Madrid: Universitas Psychologica, 6(1), 27-37.
- Mertens, L. (2002). Formación, productividad y competencia laboral en las organizaciones: conceptos, metodologías y experiencias. Montevideo: Cintefor.
- Neffa, J.C. (2003). El trabajo humano. Contribuciones al estudio de un valor que permanece. Buenos Aires: Lumen.
- Pascual, S. A., Martín, M. F. (2001). La experiencia subjetiva del trabajo en una sociedad en transformación. In Aguilló, E., & Ovejero, A. Trabajo, individuo y sociedad. Madrid: Pirámide.
- Peiró, J. M. (2004). El sistema de trabajo y sus implicaciones para la prevención de riesgos psicosociales en el trabajo. Madrid: Universitas Psychologica, 3(2), 179 - 186.
- Peiró, J. M., Prieto, F., & Roe, R. (1996). El trabajo como fenómeno psicosocial. In J. Peiró, M., & Prieto, F. Tratado de psicología del trabajo (Vol. 1, pp. 15 - 33). Madrid: Síntesis.
- Périlleux, T. (2008). La Subjetivación frente a la prueba del trabajo flexible. En Flexibilidad laboral y subjetividades, p.137 -153. Santiago de Chile: Álvaro Soto.
- Roman, J. A., & Avendanõ, C. (2002). Metáforas para re-pensar al sujeto en la sociedad del empleo. Barcelona: Psykhe, 11(2), 181 -196.
- Rey, R. (2007). Acerca de la noción de competencias laborales. In Innovación y cambio en las organizaciones. Nuevas perspectivas para el trabajo humano. Montevideo: Psicolibros.
- Sauter, S., Murphy, L., Hurrel, J., & Levi, L. (1998). Factores psicosociales y de organización. En Enciclopedia de Salud y Seguridad en el Trabajo, p. 34-1 – 34.87. Madrid: Ministerio de Trabajo y asuntos Sociales.
- Schvarstein, L. (2005). Dialéctica del contrato psicológico, en Schvarstein y Leopold, L. Trabajo y Subjetividad. Buenos Aires: Paidós.
- Segurado, A., & Aguilló, E. (2002). Calidad de vida laboral; hacia un enfoque integrador desde la psicología social. Psicothema, 14(4), 828-836.
- Sennet, R. (2000). La Corrosión del Carácter. Barcelona: Anagrama.
- Sirgy, J. (2006). Quality of Work Life (QWL). In J. Greeenhaus & G. Callanan (Eds.), Encyclopedia of Career Development. London: Sage Publications.
- Nardi, C. H. (2006). Ética, Trabalho e Subjetividade. Porto Alegre: UFGRS.
- Yánez, S. (2004). La flexibilidad laboral como nuevo eje de la producción y ls reproducción. El trabajo se transforma, p. 35 – 73. Santiago de Chile: CEM.
Abordagens para o estudo do comportamento organizacional
- Annual Review of Psychology.
- Review editado por Cooper Lancaster University.
- Revista de Administração da USP - http://www.rausp.usp.br/.
Comprometimento Organizacional
- Bastos, A. V. B. (1994). Comprometimento no Trabalho: a estrutura dos vínculos do trabalhador com a organização, a carreira e o sindicato. Tese de Doutorado.
Universidade de Brasília.
- Bastos, A. V. B. (1995). Comprometimento no Trabalho: o estado da arte e uma possível agenda de pesquisa. Cadernos de Psicologia, 1 (1), 44-63.
- Bastos, A. V. B. e Borges-Andrade, J. (1995). Comprometimento no Trabalho: Identificando padrões de comprometimento do trabalhador com a organização, a carreira e o sindicato. Revista Brasileira de Administração Contemporânea, vol.1 (9), 219-240.
- Borges-Andrade, J., Flausino, D. P. (2007). Comprometimento de servidores públicos e alcance de missões organizacionais. Revista de Administração Pública, Mar./Abr. 2008.
- Borges-Andrade, J., Pilati, R. (2001). Comprometimento Atitudinal e Comportamental: Relações com Suporte e Imagem nas Organizações. Revista de Administração Contemporânea, v.5, n.3, Set./Dez.
Avaliação de desempenho
- Becker, B. E., Huselid, M. A., Ulrich, D. (2001). Gestão estratégica de pessoas com “scorecard”. Interligando pessoas, estratégias e performance. São Paulo: Campus.
- Fernandes, B.H.R., & Hipólito, J.A.M. (2008). Dimensões de avaliação de pessoas e o conceito de competências. In: DUTRA, J.S., FLEURY, MT.L. e RUAS, R. Competências, conceitos e experiências. São Paulo: Atlas, p.151-171.
- Hipólito, J. A. M., & Reis, G.G. (2002). A avaliação como instrumento de gestão. In: Fleury, M. T. L. & Cols . As pessoas na organização. São Paulo: Editora Gente, p.73-86.
Liderança e Desenvolvimento de Equipes
- Bass, B.M. (1990). Bass & Stogdill’s Handbook of Leadership: Theory, Research, and Managerial Applications. New York: The Free Press.
- Cavalcanti, V. L. (2007). Liderança e Motivação. 2.ed. Rio de Janeiro RJ: FGV.
- Cohen, A.R. (2003). Comportamento Organizacional: conceitos e estudos de caso. Rio de Janeiro: Campus.
- Drummond, V.S. (2007). Confiança e Liderança nas Organizações. São Paulo: Thomson.
- Gibson, J.L., Ivancevich, J.M., Donnely jr, J.H. & Konopaske, R. (2006). Organizações: comportamento, estrutura e processos. 12.ed., São Paulo: McGraw-Hill.
- Hersey, P.; Blanchard, K.H. (1986). Psicologia para administradores: A teoria e as técnicas da liderança situacional. São Paulo: EPU.
- Limongi-frança, A.C. (2006). Comportamento Organizacional: conceitos e práticas. São Paulo: Saraiva.
- Melo, E.A.A. (2004). Escala de avaliação do estilo gerencial (EQEG): desenvolvimento e validação. Psicologia: organizações e trabalho, v.4, (2), 31-62.
- Oliveira, J.F., Marinho, R.M. (2005). Liderança: uma questão de competência. São Paulo: Saraiva.
- Robbins, S.P. (2004). Fundamentos do Comportamento Organizacional. São Paulo: Prentice Hall.
- Rowe,W.G. (2002). Liderança Estratégica e Criação de Valor. Administração de Empresas, v.42 (1), p. 7-19, jan/mar.
- Spector, P.E. (2002). Psicologia nas Organizações. São Paulo: Saraiva.
- Tamayo, A., Porto, J.B. (2005). Valores e Comportamento nas Organizações. Petrópolis, RJ: Vozes.
- Wagner III, J.A., Hollenbeck, J.R. (2002). Comportamento Organizacional: criando vantagem competitiva. São Paulo: Saraiva.
- Cecchio, R.P. (2008). Comportamento Organizacional: conceitos básicos. São Paulo: Cengage Learning.
Formação para pesquisa de clima
- Araújo, J.N.G. et al. (1997). L.E.R: dimensões ergonônimcas e psicossociais. Belo Horizonte: Health.
- Billiard, I. (2001). Santé mentale et travail: l'émergence de la psychopathologie du travail. Paris : La Dispute.
- Dejours, C. (1987). A loucura do trabalho - Estudo psicopatológico do trabalho. São Paulo: Atlas.
- Dejours, C. (2004). Travail, usure mentale. Paris : Bayard.
- Lima, M. E. A. (2004). Aprisionado pelo ponteiro de um relógio - O caso de um transtorno mental desencadeado no trabalho. In: Codo, W.& Jacques, M.G. Saúde mental e trabalho. Petrópolis, RJ: Vozes.
- Puente-Palacios, K. E., & Carneiro, B. P. (2005). Adaptação de uma escala de avaliação do clima social ao contexto de equipes de trabalho. rPOT, 5(1), 45-70.
- Siqueira, M. M. M. (2008). Medidas do Comportamento Organizacional. Porto Alegre: Artmed.
- Zanelli et al. (2004). Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed.
Socialização no universo organizacional
- Berger, P. L., & Luckmann, T. (1974). A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. Petrópolis: Vozes.
- Zanelli, J. C; Andrade, J. E. B; Bastos, A. V. B. (2004). Psicologia Organizações e Trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed.
Treinamento e desenvolvimento de Equipes de Vendas
- Boog, G. G., Boog, M. (2006). Manual de Treinamento e Desenvolvimento Gestão e Estratégias. São Paulo:Pearson Universitários.
- Borges-Andrade, J. E., Abbad, G. d. S., & Mourão, L. (2006). Treinamento, Desenvolvimento e Educação em Organizações e Trabalho: Fundamentos para a gestão de pessoas. Porto Alegre: Artmed.
- Kolb, D. A., Rubin, I. M., Mcintyre, J. M. (1978). Psicologia Organizacional - Uma abordagem Vivencial. São Paulo: Atlas.
- Minicucci, A. (1982). Dinâmica de Grupo: Teorias e Sistemas. São Paulo: Atlas.
Ações QVT
- Macêdo, K. B. (2004). Qualidade de vida no trabalho: o olhar da psicologia e da administração. Goiânia: UCG.